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terça-feira, 6 de abril de 2021
terça-feira, 24 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Assim como o mar
Assim como o
mar suspira em brisas
o olhar navega em ondas de silêncio
os lábios contêm a ânsia dos dizeres
os gestos urgem e trazem anúncios.
O pensamento é sombra que se move
dentre as nuvens que revelam a real
nuance de um alvo sol que se inflama
no escuro medo da súbita revelação.
Suspiro como suspira o mar em brisas,
os lábios se confundem nos seus dizeres
olhares, um à um são ondas pela praia
no silêncio hesitante de meus anúncios.
domingo, 11 de agosto de 2013
Suave o dia passa
Suave o dia
passa como um acorde
lento de uma mansa brisa pelas manhãs
primaveris, a esmo tal as gotas de chuva
que escorrem no silêncio das madrugadas
aladas que se estiram num voo trépido.
Suave, o tempo é como uma lira a desfiar
uma suave canção pelas tardes de outono,
e baila no vento como a folha desprendida
da árvore de um velho sonho abandonado
nas alíneas inconstantes da atroz realidade.
Como um corte, um acorde, uma poesia,
bailo à esmo nos sopros dos ventos do acaso
como se o destino fosse um voo alado
por entre as fortalezas de uma fantasia,
dissipa-se a alma numa leve poesia.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Aqui, Flor
Aqui, Flor, no anoitecer
onde suave a
tarde jazdistante no horizonte
como se fosse gaivotas
pairando sobre os ares
como os teus olhares
caem no esquecimento.
O tempo é um
mergulho
como o sol que
penetracalmamente entre as folhas
enquanto o vento sopra
as suas
melodias vernais
e o pensamento
ressoa
como um eco
no abismo.
Quem sabe quão
distante
desta tarde
minha alma
intrépida
navega a esma,
como um desejo
desliza
suavemente
como o mar
que jaz num
beijo sutil
na onda de
outro tempo.
sábado, 13 de julho de 2013
Aqui onde o silêncio
Aqui onde o silêncio das tardes
são como fortalezas que escondem segredos
onde os pensamentos pairam como borboletas
pela lentidão quase imóvel deste anoitecer.
Onde os horizontes se tocam na imaginação
como a águia que se estira num mergulho trépido
onde o vento canta as velhas canções já esquecidas
como uma névoa que cobre as manhãs invernais.
Aqui eu soo como uma folha pelas brisas,
como um recado lançado nas alíneas de um eco
oco que rompe a escuridão destes momentos,
que o silêncio fez-se vulcão e voltou a ser silente.
(a voz da imaginação).
são como fortalezas que escondem segredos
onde os pensamentos pairam como borboletas
pela lentidão quase imóvel deste anoitecer.
Onde os horizontes se tocam na imaginação
como a águia que se estira num mergulho trépido
onde o vento canta as velhas canções já esquecidas
como uma névoa que cobre as manhãs invernais.
Aqui eu soo como uma folha pelas brisas,
como um recado lançado nas alíneas de um eco
oco que rompe a escuridão destes momentos,
que o silêncio fez-se vulcão e voltou a ser silente.
(a voz da imaginação).
domingo, 7 de julho de 2013
Aqui onde as noites
Aqui onde as noites são como brasas,
onde o vento ressoa e inflama em melodias
e meu pensamento se embala em suas asas.
Aqui onde a voz falha, e o tempo se desfaz
como a gota de chuva que embaça a vidraça,
e sutil, o tempo traça o seu contorno audaz.
Aqui, os pensamentos são como leves brisas,
e as badaladas do relógio são premissas,
em sua trama, a dor da ausência se dramatiza.
Aqui onde o silêncio tem o som de um trovão
como uma suave flor que rompe o seu rebento
vagando entre as alíneas da razão e da emoção.
E como barco que veleja ao som dos mares
nesta noite velejo como um eco que se perde
devotamente enquanto se espalha pelos ares.
E como mar que jaz, o tempo escoa a esmo
nas badaladas de meu olhar pelo horizonte
como vendaval nas ruas de mim mesmo.
onde o vento ressoa e inflama em melodias
e meu pensamento se embala em suas asas.
Aqui onde a voz falha, e o tempo se desfaz
como a gota de chuva que embaça a vidraça,
e sutil, o tempo traça o seu contorno audaz.
Aqui, os pensamentos são como leves brisas,
e as badaladas do relógio são premissas,
em sua trama, a dor da ausência se dramatiza.
Aqui onde o silêncio tem o som de um trovão
como uma suave flor que rompe o seu rebento
vagando entre as alíneas da razão e da emoção.
E como barco que veleja ao som dos mares
nesta noite velejo como um eco que se perde
devotamente enquanto se espalha pelos ares.
E como mar que jaz, o tempo escoa a esmo
nas badaladas de meu olhar pelo horizonte
como vendaval nas ruas de mim mesmo.
domingo, 30 de junho de 2013
Temo, Flor,
Temo, Flor, que seja o
nosso destino
como a folha que se desprende no outono
e alça voo dispersa pelos quatro ventos.
(o eco sutil de uma canção a ser esquecida).
Temo o passar destas horas que se perdem
em que nossos caminhos vão se tornando
distantes como uma velha lembrança tida.
(a calma melodia da dança dos ausentes).
Vejo e sinto que se esvaem a cada minuto
em que se abre entre os nossos caminhos
uma fenda que faz de ti uma vã memória
voando nas brisas de meus pensamentos.
como a folha que se desprende no outono
e alça voo dispersa pelos quatro ventos.
(o eco sutil de uma canção a ser esquecida).
Temo o passar destas horas que se perdem
em que nossos caminhos vão se tornando
distantes como uma velha lembrança tida.
(a calma melodia da dança dos ausentes).
Vejo e sinto que se esvaem a cada minuto
em que se abre entre os nossos caminhos
uma fenda que faz de ti uma vã memória
voando nas brisas de meus pensamentos.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Caminho na sombra
Caminho na sombra deste dia,
meus pensamentos são verdes ramos
a soar nas asas do vento que vaga.
Aqui onde as quimeras beijam a noite,
acorda a morna manhã com um canto
trépido que se estira em sutil desejo.
Nas colinas do acaso fiz minha morada
e do seu doce eflúvio, o fluxo supremo
das alíneas vibrantes do esmo sonho tido.
Aqui onde os cantos são de promessas,
às avessas, reversas, quem sabe travessas,
nuances do dia que passa por passar apenas.
Sinto passar o dia como uma folha ao vento,
e tal qual a esmo sigo nas alíneas do destino,
a vida que passa, não passa mais que em vão.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
A For que és
A flor que és, a flor que desejo,
daquelas que flamam magias,
és mistério.
A flor que és, a flor que procuro,
daquelas que não há nos jardins,
és
fascínio.
A flor que és, flor que me comove,
incógnita de nuances intermináveis,
és suplício.
A flor que és, flor que me fascina,
dissipa-se num perfume ao vento,
és anúncio.
A flor que és, quero-te plantada,
caudalosa e efêmera num jardim
de ciladas e mistérios inquietantes,
um desafio.
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