O SOM DA TEMPESTADE
Aqui onde os mares são anseios
e pássaros não receiam temporais,
atmosferas são nuances e prenúncio,
anúncio que o tempo é imortal.
Na lida das alíneas matinas,
as rimas são bordadas em parágrafos,
pintam versos matizados em canais
... que circulam do avesso, outros lagos.
No eflúvio supremo deste dia
que se derrama devotamente em gotas,
calmamente se esculpe a poesia
d’onde brota da magia ,sons e formas.
Joselito De Souza Bertoglio & Aglaure Corrêa Martins