Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saudade. Mostrar todas as postagens
sábado, 12 de outubro de 2019
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
sábado, 19 de agosto de 2017
sexta-feira, 24 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Aqui, Flor
Aqui, Flor, no anoitecer
onde suave a
tarde jazdistante no horizonte
como se fosse gaivotas
pairando sobre os ares
como os teus olhares
caem no esquecimento.
O tempo é um
mergulho
como o sol que
penetracalmamente entre as folhas
enquanto o vento sopra
as suas
melodias vernais
e o pensamento
ressoa
como um eco
no abismo.
Quem sabe quão
distante
desta tarde
minha alma
intrépida
navega a esma,
como um desejo
desliza
suavemente
como o mar
que jaz num
beijo sutil
na onda de
outro tempo.
domingo, 7 de julho de 2013
Aqui onde as noites
Aqui onde as noites são como brasas,
onde o vento ressoa e inflama em melodias
e meu pensamento se embala em suas asas.
Aqui onde a voz falha, e o tempo se desfaz
como a gota de chuva que embaça a vidraça,
e sutil, o tempo traça o seu contorno audaz.
Aqui, os pensamentos são como leves brisas,
e as badaladas do relógio são premissas,
em sua trama, a dor da ausência se dramatiza.
Aqui onde o silêncio tem o som de um trovão
como uma suave flor que rompe o seu rebento
vagando entre as alíneas da razão e da emoção.
E como barco que veleja ao som dos mares
nesta noite velejo como um eco que se perde
devotamente enquanto se espalha pelos ares.
E como mar que jaz, o tempo escoa a esmo
nas badaladas de meu olhar pelo horizonte
como vendaval nas ruas de mim mesmo.
onde o vento ressoa e inflama em melodias
e meu pensamento se embala em suas asas.
Aqui onde a voz falha, e o tempo se desfaz
como a gota de chuva que embaça a vidraça,
e sutil, o tempo traça o seu contorno audaz.
Aqui, os pensamentos são como leves brisas,
e as badaladas do relógio são premissas,
em sua trama, a dor da ausência se dramatiza.
Aqui onde o silêncio tem o som de um trovão
como uma suave flor que rompe o seu rebento
vagando entre as alíneas da razão e da emoção.
E como barco que veleja ao som dos mares
nesta noite velejo como um eco que se perde
devotamente enquanto se espalha pelos ares.
E como mar que jaz, o tempo escoa a esmo
nas badaladas de meu olhar pelo horizonte
como vendaval nas ruas de mim mesmo.
Assinar:
Postagens (Atom)




